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O presente estudo analisou a possibilidade dos mecanismos de gestão ambiental e tamanho da empresa influenciar o risco não sistemático das organizações O estudo classifica-se, quanto aos objetivos, quantitativo, e quanto aos procedimentos, documental Os dados foram coletados no sitio eletrônico das empresas listadas nos níveis 1 e 2 de governança corporativa e novo mercado da BM&FBOVESPA compreendendo o ano de 2016. Os resultados demonstram que o coeficiente estimado para o Q de Tobin apresenta sinal positivo, ou, seja, quanto maior o valor de mercado da empresa maior será as chances de a empresa obter a volatilidade superior à metade do mercado Quanto ao coeficiente referente aos mecanismos de gestão ambiental, nota-se sinal inverso ao Q de Tobin na sensibilidade referente a volatilidade do mercado A principal contribuição deste estudo foi demonstrar que as empresas ao aderirem aos mecanismos de gestão ambiental, diminuem o risco existente em relação ao valor da empresa Assim, adotar as práticas em questão não é apenas questão de legitimação, mas também, um meio para maximizar as riquezas aos acionistas, pois diminuindo os riscos de mercado, mais seguro estará o capital dos mesmos
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