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Diante de um ambiente cada vez mais competitivo, globalizado e tecnológico, verifica-se a preocupação com a gestão das Instituições de Ensino Superior. Considerando que o papel da gestão de portfólio é auxiliar os gestores na tarefa crítica de selecionar e direcionar recursos aos projetos de modo a garantir que “o mais importante” seja devidamente priorizado nas organizações, torna-se importante discutir sua gestão nas organizações universitárias, de modo que estas busquem a eficiência e eficácia em seus processos. Este artigo tem por objetivo entender a composição dos critérios de seleção de projetos que impactam na formação do portfólio de projetos de TI na Universidade Federal de Mato Grosso. Para tanto, realizou-se um estudo de caso, alicerçado por entrevistas, com roteiro semi-estruturado, com os gestores da Secretaria de Tecnologia da Informação e da Comunicação/STI, bem como análise documental. Como resultado do estudo, observou-se que os critérios de seleção utilizados pela STI para a composição do portfólio são objetivos e subjetivos e que quando acionado, o Comitê Estratégico, representado pelo reitorado da instituição, analisa aspectos subjetivos para tomada de decisão, ou seja, relaciona o projeto com a estratégia da instituição e sua necessidade imediata para seleção de projetos que irão compor o portfólio.
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