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Este artigo tem por objetivo analisar as práticas do consumo colaborativo, nos estratos sociais A e B da cidade de São Paulo, por meio da análise das facilidades, dificuldades e dos reais interesses dos entrevistados a buscarem de forma crescente o acesso e o compartilhamento em vez da posse dos produtos e serviços. A questão de pesquisa considera de que forma o consumo colaborativo pode ser expandido a fim de estabelecer um sistema ganha-ganha, para as empresas e os consumidores. Apresenta-se como o consumo colaborativo se estabeleceu na sociedade, impulsionado pela internet, criando uma nova cultura de consumo. Com o intuito de dar subsídios às empresas para o desenvolvimento de estratégias mais adequadas junto a este novo perfil de consumo, foi desenvolvido um estudo de natureza qualitativa, exploratório-descritivo, por meio de uma revisão bibliográfica e de entrevistas semiestruturadas. Os resultados indicam os reais interesses dos entrevistados, identificando as especificidades do fenômeno de compartilhamento nestas classes sociais. Também foi possível inferir que o interesse com relação à pratica do consumo colaborativo é impulsionado por diversos fatores, sendo o fator econômico como o primordial entre os respondentes.
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