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Os produtos tecnológicos, com ciclos de vida cada vez mais curtos, após a vida útil, podem vir a constituir uma relevante fonte de poluição do planeta. O presente artigo tem como objetivo analisar como é formado o lixo eletrônico, sua origem e desfazimento, em uma universidade pública e de que forma esta universidade tem colocado em prática o seu Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos (PGRS), para lidar com o problema. Foram utilizados os indicadores de desempenho do modelo BSC – Balanced Scorecard para avaliar a performance do PGRS em gerenciar os resquícios eletrônicos. Foi realizada uma pesquisa de campo, de natureza descritiva e qualitativa, com a coleta de dados realizada mediante entrevistas semiestruturadas, conduzidas com auxílio de um formulário previamente elaborado. Os resultados da pesquisa desvendam o processo de desfazimento dos resíduos patrimoniados, que deve ser melhorado, por ser lento e complexo, contribuindo para o acúmulo do lixo eletrônico na instituição. Entretanto, puderam ser constatadas práticas sustentáveis no desfazimento dos equipamentos eletrônicos, com a aplicação da política dos 3Rs, reutilização, redução e reciclagem, e também da logística reversa.
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