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As empresas estão cada vez mais preocupadas em vincular sua imagem às questões ambientais, popularizando ações sustentáveis por meio do marketing. Entretanto, esta prática esta sendo exercida pelas empresas de forma deturpada, levando-as a cometer greenwashing, ou seja, uma conectividade enganosa entre seus serviços e produtos e as causas ambientais. O Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária [CONAR] exerce a função de receber e avaliar denúncias relativas a essas falsas propagandas sustentáveis, podendo julgá-las como arquivadas ou advertidas ou alteradas ou sustadas. Devido a atual preocupação com práticas de greenwashing, este artigo objetiva identificar, entre os anos de 2011 e 2015, quais princípios do Código Brasileiro de Autorregulamentação Publicitária (Anexo “U”) foram mais descumpridos e em quais aspectos eles foram descumpridos. De caráter qualitativo e abordagens descritiva e exploratória, a pesquisa coletou os dados no site do CONAR. A partir dos resultados, constata-se que algumas empresas vinculam seus produtos e serviços às questões sustentáveis somente buscando benefício próprio, sem cumprir a ética exigida pelo Conselho, tratando, assim, o termo sustentável de forma banal e secundária. Desse modo, este estudo contribui para a sociedade avaliar a verdadeira intenção das empresas na divulgação dos seus produtos e serviços atrelados às questões ambientais.
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