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Os dados do Censo da Educação Superior no Brasil no ano de 2011, descreveram um elevado crescimento no número de estudantes de graduação no Brasil a partir de 2001. Assim, é importante entender essa nova direção de educação, em que o crescimento do número de universitários, principalmente àqueles das instituições privadas, apresenta amplo desenvolvimento. Assim, procurou-se estudar nesse artigo como o modelo de inovação disruptiva, utilizado de forma consciente ou não pelas instituições educacionais, pode ter sido responsável pelo crescimento no número de universitários no Brasil principalmente, quando observado para o quadro de Instituições de Ensino Superior (IES) privadas e alunos das classes B e C. Seguindo a metodologia proposta por Christensen e Raynor (2003), este artigo buscou responder as questões que norteiam uma inovação Disruptiva do tipo Low-end no intuito de entender se o atual modelo organizacional das IES privadas, é o utilizado para avanço no número de alunos.
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